Red Faction: Armageddon – Recensione

    Red Faction: Armageddon – Recensione

     

     

     

     


    GRANDES PASSOS EM FRENTE... MAS AINDA NÃO ESTAMOS LÁ!

    Certamente não poderia faltar a análise do componente de design do novo Red Faction: Armageddon. Mesmo aqui Há um grande avanço em relação ao Guerrilla anterior: prova disso é uma realização gráfica que está anos-luz à frente e um mundo mais tangível do que no passado. Os fãs de Red Faction: Guerrilla vão gritar com o milagre desde os primeiros minutos do jogo, infelizmente, porém, a melhoria de design só é encontrada em relação ao capítulo anterior da série, pois, com todos os devidos elogios, graficamente Red Faction: Armageddon continua a ser um título medíocre em comparação com o que nos foi oferecido títulos emitidos até um ano ou mais atrás.
    Uma pequena nota também deve ser feita para clara tentativa da Volition e da THQ de "emular" as configurações e sensações de títulos como Dead Space e Mass Effect: ambientes apertados, momentos frequentes de tensão e o esforço para tornar o planeta Marte de Red Faction: Armageddon algo realmente tangível e fascinante aspectos estão certamente presentes e verificáveis, mas não totalmente bem sucedidos.
    Em suma, certamente não estamos diante de um título em que o design representa a principal força, alguns podem até reclamar de um design do nível mais baixo, mas no geral, Red Faction: Armageddon só pode ser elogiado pelo enorme progresso feito em relação ao passado. É verdade que graficamente não pode competir com o que o mercado oferece, mas o setor gráfico não exclui muito o benefício que pode ser tirado da jogabilidade, revelando-se assim um aspecto marginal que não afeta a avaliação final do título demais.

    A OBRA-PRIMA QUE FALTA





    Com nossa análise de Red Faction: Armageddon, queríamos destacar os novos recursos genuinamente divertidos de um título que, com um pouco mais de esforço, teria sido uma obra-prima. Referimo-nos principalmente à decisão de pôr de lado o roaming gratuito, que de facto impediu a possibilidade de expandir ainda mais a diversão encontrada em Red Faction: Guerrilla. É certo que a exclusão do roaming gratuito trouxe muitas vantagens (um enredo mais sólido, um mundo mais consistente e uma economia de ativos que aprimorou o setor técnico e visual do título); mas a experiência ensinou-nos que o roaming livre não é necessariamente uma característica que impede a presença de um enredo com todos os enfeites, nem de um setor gráfico excepcional.
    Isso nos leva ao considere Red Faction: Armageddon como uma obra-prima perdida, que certamente poderá proporcionar momentos de diversão sincera, mas que ao mesmo tempo possui algumas lacunas que são sentidas (especialmente para os fãs da série).
    Com certeza embora, Red Faction: Armageddon é um título que deve ser jogado, não apenas por tudo de belo que tem a oferecer, mas principalmente para não ficar despreparado caso a Volition e a THQ lancem uma sequência que, ao restabelecer o roaming gratuito, limitando os defeitos narrativos e aprimorando o setor técnico e de design, certamente serei considerado uma obra-prima!



    VOTO FINAL: 7.7 / 10

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